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Terça-Feira, 25 de Junho de 2019, 17h:36
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Câmara de Campo Grande debate pedido de CPI do Transporte Público

Parlamentares solicitaram “a parte” para debater sobre o tema.

Flavia Andrade
Capital News

Izaias Medeiros/CMCG

Câmara de Campo Grande debate pedido de CPI do Transporte Público

Parlamentares solicitaram “a parte” para debater sobre o tema.

Nesta terça-feira (25), o vereador Vinicius Siqueira levantou um debate ao utilizar a tribuna e solicitar a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para averiguar a situação do Transporte Público em Campo Grande. 

 

Em sua fala, o parlamentar destaca que, “A população tem reclamado que ônibus têm sumido de circulação, estão em estado precário e que o consórcio não tem cumprido contrato. A Casa de Leis não pode ficar à margem. Por isso, faço a proposição da criação de CPI para que possamos investigar”, afirma.

 

Segundo o Presidente da Comissão de Constituição e Justiça, vereador Otávio Trad, “Pela manhã solicitei a minha assessoria que encaminhasse ofício ao Consórcio Guaicurus solicitando algumas resposta. Com isso, concordo que existem questões sem respostas, porém, também existem outras vertentes seguindo tanto o regimento interno quanto a Lei Orgânica, que devem ser utilizados antes de chegar a esta última esfera, com isso, eu acredito que devemos respeitar a ordem e averiguar, antes de instalar de fato a CPI”, destaca.

 

O vereador Junior Longo, presidente da Comissão de Transporte e Trânsito da Casa de Leis, disse que “já há audiência pública para debater sobre o transporte coletivo prevista para o mês de julho. Ainda, anunciou que amanhã os vereadores iniciam visitas a terminais, começando pelo Bandeirantes, às 16 horas”.

 

Vereador Chiquinho Telles considera que, “Acho que a Comissão poderia convocar audiência pública, porque CPI não tem dado retorno. Serve para vender ilusão, gastar dinheiro público, por isso acho que dá para queimar etapas”, disse.

 

Para o presidente da Casa, o vereador Prof. João Rocha,“cada um pode falar do seu entendimento, a livre expressão, sobre assunto importante para a sociedade. Sou da opinião de que a gente precisa da política de concretude, coisas palpáveis. Penso que consórcio não tem defensores nem acusadores, pois  tem que fazer valer o que está escrito. Não sou contra a CPI, mas a CPI pela CPI cria situação que não dá em nada e temos de dar satisfação à sociedade, com motivo concreto. Temos maturidade presente na Casa, com procedimentos cabíveis. Tivemos debate saudável e esse é o papel da Câmara de Campo Grande”, conclui.

 

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