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Quinta-Feira, 20 de Fevereiro de 2020, 18h:15
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Deputado pede apoio à ALMS para viabilizar perícia dos medidores

Capitão Contar apresentou na audiência o orçamento de pesquisadores para a perícia

Elaine Silva
Capital News

Divulgação

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Deputado estadual Capitão Contar

"Nós precisamos dar uma resposta para os cidadãos que vêm sofrendo a cada mês com o aumento da tarifa de energia. Caso a Assembleia não aprove o orçamento no valor de R$ 20 mil cobrado por pesquisadores engenheiros eletricistas da USP São Carlos para aferir 200 relógios de medição de energia eu disponibilizarei a minha verba de gabinete para pagar esses especialistas", explica o deputado estadual, Capitão Contar (PSL). A declaração é em relação ao requerimento constando o orçamento, dos técnicos em eletrotécnica para fazer o trabalho de perícia na Energisa,  para identificação dos possíveis erros na medição dos relógios da concessionária de energia elétrica em Mato Grosso do Sul, que foi aprovado pelos componentes da Comissão

 

Esse orçamento Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) Energisa foi encaminhado ao presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALMS) para que possa ser aprovado para dar andamento às perícias.

 

Valores foram apresentados durante a audiência desta quarta-feira (19). Os pesquisadores - engenheiros eletricistas - da USP (Universidade de São Paulo) que irão fazer a perícia técnica dos medidores de energia. Esse trabalho de aferição está sob a tutela do professor doutor da cadeira de Engenharia Elétrica da USP/ São Carlos, Rogério Andrade Flauzino. Ele é graduado em Engenharia Elétrica pela UNESP/Bauru (2001), mestrado em Engenharia Industrial pela UNESP/Bauru (2004), doutorado em Engenharia Elétrica pela USP/EESC (2007) e Livre-Docente pela USP/EESC em 2014.

 

Contar explicou ainda durante a audiência que quer focar seus trabalhos nos relógios de aferição de energia para verificar se tem ou não algum problema. Ele lembra que os transformadores e a rede também poderão ser analisados, mas no primeiro momento o parlamentar quer foco no relógio, conforme a assessoria. O parlamentar argumenta que o número de 200 relógios está baseado no manual da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) que estipula para cidades com a população de Campo Grande esse número de relógios para ser válida a amostragem.

 

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