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Quinta-Feira, 17 de Setembro de 2020, 15h:35
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Esacheu disse que não fez mais pela Santa Casa por conta do poder público

Por pagar menos do que vale e pagar tudo atrasado

Laryssa Maier
Capital News

Divulgação/ Assessoria

Esacheu disse que não fez mais pela Santa Casa por conta do poder público

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Nesta quinta-feira (17) Esacheu Nascimento abriu a rodada de entrevistas com candidatos a prefeito de Campo Grande na rádio Capital FM 95. O candidato do Progressistas falou ao programa Tribuna Livre sobre sua biografia e a intenção de ser prefeito da capital sul-mato-grossense.

 

Questionado sobre a motivação para ser prefeito, Esacheu avalia que chegou o momento de trabalhar por toda Campo Grande, depois de ter contribuído de forma voluntária nos últimos quatro anos, presidindo a Santa Casa.

 

"Pegamos um hospital depredado pela gestão pública. Conseguimos reunir a comunidade novamente em torno da Santa Casa e restabelecemos um hospital digno para a população de Campo Grande. Não foi feito tudo, evidentemente, pelas dificuldades que temos no pagamento dos serviços prestados e que o poder público paga menos do que vale e paga atrasado, sempre. Mas essa contribuição acabou sendo acompanhada pelas lideranças da cidade, e muitas sugestões vieram no sentido de colocarmos o nome para a disputa da prefeitura da Capital", afirmou.

 

De acorodo com assessoria, paranaense de Ibiporã, Esacheu veio para Campo Grande em 1980, onde formou família e iniciou a carreira profissional como advogado. Ingressou no Ministério Público em 1985 como promotor de justiça e atuou em várias comarcas do interior e da Capital, até a aposentadoria. Durante sua trajetória, Esacheu ocupou cargos relevantes na administração pública, como secretário estadual de Justiça, Trabalho e Ação Social e ministro interino da Integração Nacional. Já na área social, Esacheu sempre se manteve atuante, tendo presidido entidades como o Rotary Clube e o Operário Futebol Clube.

 

Esacheu também falou ao programa Tribuna Livre sobre sua estratégia para falar com o eleitorado campo-grandense em tempos de pandemia e de restrições a aglomerações.

 

"Com todo cuidado, nós rodamos pela cidade. Andamos por mais de 300 bairros para dialogar com as lideranças. Além disso, fomos a primeira candidatura a usar intensamente as redes sociais. Começamos na pré-campanha, ainda em março, e fizemos mais de 100 lives, entrevistando pré-candidatos a vereadores, lideranças comunitárias, empresariais, religiosas. Isso fez com que nosso nome pudesse chegar a toda Campo Grande. A partir do início efetivo da campanha, vamos apresentar ao eleitor nosso plano de governo, que foi construído a partir do que ouvimos das principais lideranças", disse.

 

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