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Política Sábado, 28 de Junho de 2008, 11:52 - A | A

Sábado, 28 de Junho de 2008, 11h:52 - A | A

PSOL realiza convenção neste sábado na capital

Da Redação

O PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) realiza neste sábado, convenção para decidir sobre o lançamento de candidaturas em Campo Grande para prefeito e vereadores.

A convenção acontece neste sábado, 28, à partir das 18h, no salão de eventos do Hotel Gaspar (Av. Mato Grosso, 02, esquina com a Av. Calógeras)

O presidente do partido no Estado, Henrique Martini, diz que a posição da direção é pelo lançamento das candidaturas.

"O PSOL é um partido novo e por isso é fundamental lançarmos candidatos no maior número de capitais possível para divulgar nossas propostas e construirmos o partido. Mas não é só por isso que defendemos candidatura própria em Campo Grande. As opções colocadas, PT e PMDB, representam o continuísmo e não acrescentam nada de novo. É preciso construir uma terceira via, do campo popular e socialista, para Campo Grande".

Coligação

Segundo Henrique, o único partido com o qual o PSOL vislumbra uma possibilidade de coligação em Campo Grande é com o PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado).

Hoje o PSOL formalizou uma proposta de aliança para o PSTU, que indicaria o candidato a vice. "Consideramos o PSTU um partido da classe trabalhadora, um partido de esquerda que tem ideologia bem definida. Consideramos que seria importante a coligação na capital, tanto para o PSOL como para o PSTU. Agora estamos aguardando uma resposta deles à nossa proposta de unidade da esquerda".

O encontro partidário deverá também apontar os eixos do programa do PSOL para Campo Grande. "Nosso programa parte do princípio de que Campo Grande até hoje foi administrada por e para as elites. Queremos inverter essa lógica. Queremos uma prefeitura cuja prioridade seja atender os interesses da maioria, que são os trabalhadores".

O dirigente critica o fato de o PMDB está há anos no poder e, segundo ele, não conseguiu resolver os principais problemas por que não é uma prioridade, apesar de o prefeito atual e do passado serem médicos.

"Temos um transporte coletivo caríssimo, um dos mais caros do país, com péssima qualidade. As ruas de Campo Grande estão em situação sofrível. A implantação do esgoto na capital virou um negócio que vai estourar no bolso da população. Isso entre muitíssimas outras questões. Nossa campanha será para mostrar a Campo Grande real em contraposição a Campo Grande maquiada que o PMDB vai mostrar na televisão", afirma Henrique. (Conjuntura On Line)

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