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Terça-Feira, 27 de Agosto de 2019, 15h:34
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Queimadas não deve resultar em sanções ao agronegócio, afirma Tereza Cristina

Para ministra comunidade internacional deve buscar mais informações sobre a Amazônia

Elaine Silva
Capital News

Antônio Araújo/Mapa

Queimadas não deve resultar em sanções ao agronegócio, afirma Tereza Cristina

Para a ministra, é preciso diferenciar queimadas e incêndios (criminosos)

“Nós não podemos dizer que por, neste momento, termos um incêndio acontecendo, ou uma queimada acontecendo na Amazônia que o agronegócio brasileiro é o grande destruidor e, portanto, vamos fazer barreiras comerciais contra esse agronegócio”, relatou a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Tereza Cristina (DEM).

Tereza ressaltou que, todos os anos, há queimadas na região amazônica no período da seca, assim como em outras regiões do mundo, entre elas Europa e Estados Unidos. Para a ministra, os países precisam se informar sobre a situação antes de tomar qualquer medida.  

“Estamos vivendo uma seca grande que todo ano a Região Norte do país tem uma definição clara dessa estiagem, fica, às vezes, seis meses sem chuva. Este ano, está mais seco e as queimadas estão maiores. Acho que eles precisavam saber primeiro do Brasil o que está acontecendo antes de tomar qualquer tipo de medida. Quando houve incêndios em Portugal, este ano teve incêndio na Sibéria, enfim, teve incêndio no mundo todo na época seca também da Europa, e o Brasil não foi lá questionar e nem pedir para não receber nada. O que a gente precisa é baixar essa temperatura. A Amazônia é importante e o Brasil sabe disso, o Brasil cuida da Amazônia”, afirmou, segundo a assessoria, após firmar convênio com o Banco do Nordeste (BNB) para subsidiar políticas públicas e privadas de inovação voltadas para o desenvolvimento sustentável da agropecuária na Caatinga.

A preservação ambiental é uma preocupação do país e dos produtores rurais. “Existe hoje uma preocupação do mundo com o meio ambiente e o Brasil não está fora dessa preocupação. Os produtores rurais também têm essa preocupação, porque eles são os maiores prejudicados, principalmente aqueles que usam tecnologia. Acho que está na hora de a gente fazer o papel de bombeiro aqui e não colocar mais notícias alarmantes do que querem imputar ao nosso país e aos produtores brasileiros”, finalizou a ministra.

 

 

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