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Quarta-Feira, 28 de Novembro de 2018, 10h:11
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Fiscalização no trânsito faz número de acidentes com vítimas cair na capital

Números apurados são resultado de trabalho coletivo das autoridades no trânsito

Leonardo Barbosa
Capital News

Guardas e Bptran apreendem mais 14 motos em blitz

Número de acidentes registrados nos 10 primeiros meses de 2018 foi 10% menor que em 2017

O número de acidentes de trânsito com vítimas, registrado nos dez primeiros meses deste ano, já é 10% menor do que no ano passado em Campo Grande. Segundo dados do Batalhão da Polícia Militar de Trânsito do Mato Grosso do Sul (BPTran), de janeiro a outubro de 2017 ocorreram 4.629 casos. No mesmo período, deste ano, o número caiu para 4.162.

 

Os dados foram apresentados ao diretor-presidente do Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul (Detran-MS), Roberto Hashioka Soler, pelo tenente-coronel Franco Alan da Silva Amorim, comandante do Bptran, juntamente com o chefe de fiscalização do Departamento de Trânsito, André Canuto.

 

Conforme o comandante, foram realizadas 438 blitzes de trânsito em Campo Grande. “A redução se deu face às intensificações das fiscalizações realizadas nas vias da Capital. Neste ano foi lançado o policiamento específico da lei Seca, blitzes diárias, aquisição de radares portáteis e o Detran instituiu o setor de fiscalização que passou a atuar juntamente com o Batalhão. As medidas impactaram positivamente na redução da violência do trânsito”, enfatizou.

 

Segundo ele, a parceria PMMS e Detran foi primordial na busca da paz social no trânsito, pois o Detran ao exercer essa competência imposta no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), passa a contribuir com a redução da violência do trânsito.

 

Para o diretor-presidente, a criação do setor de fiscalização do Departamento veio para somar esforços em busca da preservação de vidas, principal foco do Detran-MS. “São 30 agentes capacitados para atuar em diversas situações e coibir o excesso de velocidade nas vias públicas e o uso de bebida alcoólica ao volante, uma mistura extremamente nociva para a sociedade como um todo, levando em conta que o motorista nessas condições não coloca em risco apenas a própria vida, mas a de outras pessoas também”, afirmou.

 

 

O chefe da fiscalização, André Canuto, ressaltou ainda que a redução no número de acidentes com vítimas impacta diretamente na saúde pública, haja visto que menos leitos são utilizados para esse fim. “Sabemos que a maioria das pessoas que acabam lotando a ala de ortopedia dos principais hospitais são vítimas de acidentes de trânsito. Nosso foco é diminuir esses índices”.

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