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Botijão de gás e gasolina puxam a alta da inflação em junho na Capital

Custo de vida medido pelo IPCA acumula alta de 3,9% nos últimos meses

Flávio Brito
Capital News

Deurico/Capital News

botijão de gás, gás de cozinha

Greve dos caminhoneiros chegou a gerar desabastecimento 

Impulsionada pela variação dos preços dos alimentos, a inflação em Campo Grande, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou o mês de junho com alta de 0,87%. Os dados relativos ao IPCA, a inflação oficial do país, foram divulgados nesta sexta-feira (6), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2018, a Capital acumula inflação de 2,6%. Quando se considera os últimos 12 meses, o IPCA registra alta de 3,9%. 

 

O gás de botijão teve alta de 12,58% em Campo Grande, revela o levantamento do IBGE. No grupo de preço dos Transportes (1,58%), a gasolina e o etanol contribuíram com, aproximadamente, 21% do IPCA de junho, para o resultado nacional, sendo que na Capital, o combustível derivado do petróleo teve alta de 5,55%, a oitava maior alta do país. Já o etanol ficou 1,34%. 

 

O maior índice regional do IPCA ficou com a região metropolitana de Belo Horizonte, com alta de 1,86%; seguido de Curitiba, com 1,56%; Recife (1,47%); Porto Alegre (1,43%); Aracaju, (1,31%); São Luiz (1,30%); e Vitória, com 1,29% - todas com inflação superior à média nacional de 1,26%.

 

Belém registrou a menor taxa do IPCA em junho, com variação de 0,60%. No Rio de Janeiro a taxa variou 1,20% e em São Paulo (1,11%).

 

O IPCA é o índice que serve de parâmetro para o plano de balizamento de metas inflacionárias fixados pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que este ano é de 4,5%, com uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

 

O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980, e se refere às famílias com rendimento monetário de 1 a 40 salários e abrange dez regiões metropolitanas do país, além de Brasília e dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.

 

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