Dida Sampaio/Estadão Arquivo Reprodução

Temer já estaria fazendo articulações para um novo governo
A debandada do PMDB, principal sigla da base aliada que dá sustentação política ao Governo Dilma no Congresso, abala o Planalto. O anúncio do PMDB fluminense, um dos últimos grandes redutos governistas da sigla, de se afastar da presidente, faz estremecer o governo, a ala governista do partido, e deve acelerar o trâmite do impreachment na Câmara, desta hoje o jornal O Estado de S.Paulo. Dilma e Lula tentaram, sem sucesso, reverter a decisão do diretório fluminense. Um integrante do governo disse ao jornal O Globo que o rompimento do PMDB-RJ é "gravíssimo, um sinal muito ruim".
Dos 27 diretórios do PMDB, só seis fecham com Dilma, lembra a manchete deste sábado do Correio Braziliense. Aliados do vice Michel Temer afirmam que ele se prepara para assumir o governo em maio, intensificando articulações no meio político e empresarial. O relator da comissão especial do impeachment, Jovair Arantes (PTB-GO), já teria avisado ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que dará parecer favorável à saída de Dilma. Ministros e assessores da presidente já apelam para a negociação de cargos com deputados numa tentativa de conter rebelião, acrescenta o Estadão.
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