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Segunda-Feira, 06 de Janeiro de 2020, 13h:38
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Agentes iniciam mapeamento de Aedes aegypti na Capital

Os servidores mapearam as sete regiões de Campo Grande, começando pela região central.

Norton Soares
Especial para o Capital News

John Eisele/CSU Photography

Estudo diz que com a mesma picada Aedes pode transmitir dengue, zika e chikungunya

O mapeamento da presença do Aedes aegypti em Campo Grande, ajudará nas ações estratégias de combate

Nesta segunda-feira (06), os agentes de combate às endemias iniciam um trabalho para atualizar o Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) na Capital.

 

Este levantamento serve para mapear os pontos mais críticos onde há a presença do mosquito, além de auxiliar nas ações estratégias a fim de otimizar as ações de combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya e garantir que as mesmas sejam efetivas.

 

Logo na manhã desta segunda-feira (06), o secretário municipal de Saúde, José Mauro Filho, se reuniu com os 40 agentes para iniciar os trabalhos nos bairros da região central, área de abrangência da UBS 26 de Agosto. 

 

Segundo o último LIRAa, divulgado em novembro passado,  a região apresentou índices superiores a 3,9% de infestão, o que gera um alerta, considerando que o recomendado é menor que 1%.

 

“O trabalho desenvolvido pelos agentes é extramente importante e sobretuto estratégico. Com este levantamento nós identificamos os criadouros predominantes e a situação de infestação do município. Com os dados em mãos podemos direcionar as ações e controlar as áreas mais críticas e infectadas pelo mosquito. Mas não basta somente o Poder Público fazer a sua parte, é preciso que haja conscientização e que as pessoas recebam bem os servidores”, afirma o secretário.

 

Segundo os servidores, o que mais dificulta o andamento do trabalho é a dificuldade em poder fazer a vistoria em alguns imóveis.

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