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Segunda-Feira, 23 de Setembro de 2019, 13h:57
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Mais de R$ 6 milhões em multas são aplicadas em “Operação Mata Atlântica em Pé”

Balanço apresentado pelo MPMS, PMA, Ibama e Imasul

Laryssa Maier
Capital News

Ibama e PMA

Mais de R$ 6 milhões em multas são aplicadas em “Operação Mata Atlântica em Pé”

O Ibama fiscalizou 6 municípios, expediu 18 autos de infração

Nesta sexta-feira (20), a 3ª edição da “Operação Mata Atlântica em Pé”, em âmbito nacional, apresentou um total de R$ 6.106.990,00, em multas aplicadas. Identificando 1.015,63 hectares de área desmatada ilegalmente. Na operação, 62 propriedades foram vistoriadas e 58 autos de infração lavrados.

 

MPMS coordenou a ação em Mato Grosso do Sul,por meio do Promotor de Justiça do Núcleo Ambiental Luciano Furtado Loubet, e contou com o apoio do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), da Polícia Militar Ambiental e do Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul).

 

Com o objetivo de é coibir o desmatamento e proteger as regiões de floresta que integram o bioma da Mata Atlântica. A ação acontece com apoio da Polícia Militar, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e órgãos estaduais ligados à questão ambiental. 

 

De acordo com o relatório da PMA, foram levantados no Estado 57 alvos (áreas desmatadas), totalizando cerca de 874,82 hectares de área de Mata Atlântica desmatada. Foram expedidos 42 autos de infração em 16 municípios vistoriados pela Policia Militar Ambiental, gerando R$ R$ 5.369.115,00 em multas.

Ibama e PMA

Mais de R$ 6 milhões em multas são aplicadas em “Operação Mata Atlântica em Pé”

A Operação contou com 18 equipes, sendo 15 da PMA e 3 do Ibama

Já o Ibama fiscalizou 6 municípios, expediu 18 autos de infração, embargou 140,8125 hectares de área, apreendeu 189 toras (aproximadamente 200 m³) de madeira e aplicou R$ 737.875,00 em multas. Todos os desmatamentos ilegais foram identificados por imagem de satélites e ocorreram entre os anos de 2016, 2017 e 2019.

 

Os infratores foram notificados para apresentar um Plano de Recuperação da Área Degradada e Alterada (PRADA) junto ao órgão ambiental estadual e poderão responder por crime ambiental, que prevê pena de 1 a 3 anos de detenção, paras as áreas desmatadas em Mata Atlântica.

 

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