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Terça-Feira, 08 de Outubro de 2019, 14h:31
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Procon atua estacionamento de shopping por má prestação de serviços

Estabelecimento também tentou obstruir fiscalização

Laryssa Maier
Capital News

Divulgação/ Procon/MS

Procon atua estacionamento de shopping por má prestação de serviços

Tentaram impedir acesso à sala de administração

Procon/MS atuou estacionamento explorado pela empresa Campo Grande Parking em estacionamento do shopping Campo Grande, após recebimento diversas denúncias indicando problemas no atendimento do serviço, a fiscalização da Superintendência para Orientação e Defesa do Consumido – Procon/MS, órgão vinculado à Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho - Sedhast, realizou diligência no local tendo constatado várias irregularidades em prejuízo do consumidor.

 

Vale ressaltar a impossibilidade do usuário em pagar pelo tempo de utilização do estacionamento, notadamente se só dispuser de cédulas de  valor alto (cem reais, por exemplo), o que não é aceito pelas máquinas. Os diferentes locais de saída  não disponibilizam funcionários que possam auxiliar na solução de problemas enfrentados pelos consumidores como a existência de máquinas ou cancelas com defeito.

 

Segundo assessoria, foi constatada a presença de apenas uma  auxiliar, em um dos quatro pontos de saída, com revezamento ou seja, uma pessoa atende das 10h às 16h e outra das 16h às 22h, com isso prejudicando as pessoas que se dirigem aos cinemas cujo funcionamento, via de regra, passa das 22 horas. Para dificultar, ainda mais, existem equipamentos com defeito obrigando o consumidor a se dirigir a outro local para deixar as dependências do estacionamento.

 

A ausência de informações sobre prioridades, de acordo com o que determina a Lei Estadual 3.530/2008, dando a entender desconhecimento a respeito a necessidade  de liberar tal informação aos  consumidores que poderiam se beneficiar dela. Além disso, funcionários da empresa responsável pelos serviços procuraram  impor obstáculos ao trabalho da  fiscalização.

 

De todas as maneiras tentaram, de todas as maneiras, impedir acesso à sala de administração que se encontrava fechada se negando a indicar pessoa que pudesse se responsabilizar pelo atendimento, o que só ocorreu depois da  fiscais esperarem por mais de 30 minutos e afirmarem que solicitaram a  presença de integrantes da Delegacia  de Defesa do Consumidor – Decon.

 

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