Mato Grosso do Sul produziu 14,2 milhões de toneladas, em 2,3 milhões de hectares, com produtividade média ponderada de 100,6 sacas/hectare no fechamento da safra de milho
As médias ponderadas de produtividade por regional foram de: 128,6 sc/ha na região norte, que representa 11% da área acompanhada; 100,1 sc/ha na região centro, equivalente a 21% do total acompanhado e 96,2 sc/ha na região sul, que corresponde a 68% do total acompanhado pelo projeto SIGA/MS e divulgadas nesta segunda-feira (11).
Em comparação com a 2ª safra 2021/2022, a finalização do ciclo do milho 2ª safra 2022/2023 apresentou acréscimo de três semanas. Conforme o histórico do Projeto SIGA/MS, em relação a 2ª safra 2012/2013, a safra deste ano apresentou aumento de 49,8% na área plantada, 81,3% na produção e 21,0% na produtividade.
"Mesmo com todos os desafios enfrentados neste período, além também de um cenário econômico difícil para o produtor rural, ele vem tendo a resiliência necessária para encontrar caminhos que o levem a este crescimento produtivo diante das adversidades. A chegada de indústrias de etanol de milho também têm ajudado a alavancar a produção em Mato Grosso do Sul e isso tem sido um grande estimulo para o produtor seguir em frente. E ele tem conseguido, resultado disso, esta safra recorde", disse o presidente da Famasul, Marcelo Bertoni.
O ranking dos cinco municípios com maior produtividade foi ocupado por Alcinópolis, com 156,2 sc/ha; Chapadão do Sul e Costa Rica, com 143,9 sc/ha; Figueirão, com 135 sc/ha e Santa Rita do Pardo, com 132,2 sc/ha. Além desses, os municípios de Paranaíba, São Gabriel do Oeste, Coxim, Ribas do Rio Pardo, Rio Negro, Paraíso das Águas, Cassilândia, Aral Moreira, Aparecida do Taboado, Douradina, Sonora, Rio Brilhante, Maracaju, Corumbá, Dourados, Laguna Carapã, Bandeirantes, Camapuã e Anastácio também tiveram a produtividade acima da média estadual.