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Esporte Sexta-feira, 26 de Setembro de 2008, 10:22 - A | A

Sexta-feira, 26 de Setembro de 2008, 10h:22 - A | A

Seleção masculina de vôlei pode ser tetra na Copa América

Redação Capital News (www.capitalnews.com.br)

A seleção brasileira masculina de vôlei deu, nesta Quinta-Feira (25), o segundo passo rumo ao tetracampeonato (98, 99 e 2001) da Copa América e o primeiro em território nacional. No ginásio Aecim Tocantins, em Cuiabá, o time comandado por Bernardinho venceu pela sexta vez seguida, este ano, a Venezuela. Desta vez, por 3 sets a 0 (25/20, 25/19 e 25/16), em 1h12 de jogo válido pela segunda rodada do grupo B.

A vitória garantiu ao Brasil a classificação para as semifinais da competição como primeiro colocado do grupo B. No próximo Sábado (27), às 18 horas (de Brasília), a seleção brasileira jogará contra o segundo colocado da chave A, que será o perdedor do confronto entre Argentina e Cuba, que enfrentam-se hoje, às 18 horas (de Brasília).

No grupo do Brasil, que folgará hoje, México e Venezuela se enfrentarão às 21 horas (de Brasília) para definir o segundo colocado da chave.

O maior pontuador da partida foi o venezuelano Carlos Tejeda, com 11 pontos, todos de ataque – um a mais que o meio-de-rede Rodrigão. O capitão do Brasil marcou 10 pontos, sendo seis finalizações, dois de bloqueio e dois de saque.

Sobre os possíveis adversários – Cuba ou Argentina -, o ponteiro Dante analisou cada um após a vitória sobre a Venezuela.

“A Argentina mostrou sua força ao vencer os Estados Unidos, e Cuba está com uma garotada que vêm surpreendendo. Ainda precisamos corrigir muita coisa no nosso time. Mas é isso mesm muita coisa precisa ser ajustada. É começo de um novo ciclo olímpico. Para esta Copa América, só tivemos uma semana de treino. Mas é iss treinar sempre para evoluir”, disse Dante, brasileiro com mais participações no torneio.

O JOGO – A velocidade do jogo brasileiro surpreendeu os venezuelanos no início da partida. Os vice-campeões olímpicos chegaram à frente no primeiro tempo técnic 8/6. A Venezuela não deixou o Brasil deslanchar. Depois de chegar a marcar 13/10, os brasileiros permitiram a reação Venezuela, que empatou e virou (14/15). No bloqueio – fundamento de destaque na estréia da competição contra o México -, o Brasil forçou o erro adversário e marcou 21/19. Mais um ponto de bloqueio, e outro na invasão venezuelana – fruto de um bom saque brasileiro – fizeram o time dominar a reta final e fechar a parcial em 25/20, no ataque para fora dos adversários.

O Brasil voltou mais forte para o segundo set. Bem no saque e eficientes nos contra-ataques, os brasileiros marcaram 8/5, em uma finalização do oposto André Nascimento. O levantador Bruno, com velocidade, driblou o bloqueio adversário usando as jogadas pelo meio. Com destaque para o meio Éder, o brasileiro parou os ataques venezuelanos. Assim, a seleção ampliou a vantagem: 16/12 no ataque de Dante. No saque forçado de Brun 23/18. O Brasil selou a vitória na parcial no ace do ponteiro Muril 25/19.

Como nas parciais anteriores, o Brasil ditou o ritmo do início ao fim do terceiro set, e com uma facilidade ainda maior. Um bloqueio de Éder e um contra-ataque de Dante fizeram o técnico venezuelano Miguel Cambero pedir tempo quando o placar marcava 6/2. Os brasileiros deslancharam no marcador e chegaram a abrir uma vantagem de sete pontos ao segundo tempo técnic 16/9. Gustavão, de 2,12m, entrou no lugar de Éder no meio-de-rede. Em seguida, Leandro Vissotto substituiu André Nascimento na saída de rede, e o ponteiro Thiago Alves, no lugar de Dante. Apesar das substituições, o ritmo não caiu. A seleção administrou o placar com facilidade e fechou o set em 25/15, no erro de saque da Venezuela.

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