A tarifa do transporte coletivo em Campo Grande é uma das mais caras do País e custa R$ 2,50 ao bolso dos usuários. Quem utiliza o cartão, tem uma economia de R$ 0,20 na passagem e paga R$ 2,30, mas mesmo assim, o valor continua alto se comparado com outras capitais.
Se esse preço for levado em conta para analisar a qualidade do serviço, muitas reclamações serão geradas, já que, os atrasos são freqüentes e a superlotação também.
Conforme o presidente da central sindical (Força Sindical), Idelmar da Mota Lima, que acompanhou de perto ontem a superlotação dos coletivos, “é lamentável constatarmos uma situação como esta. As empresas não evoluem em absolutamente nada e só querem cobrar cada vez mais caro”, afrima.
Lima e outras entidades de classe tem tido muits reclamações de funcionários e empregados de empresas falando desse problema, que tem sido uma constante em boa parte das linhas e em qualquer horário.
Para tratar desse assunto, a Força Sindical vai levar essa reclamação ao prefeito Nelson Trad Filho, hoje às 16 horas, durante encontro do prefeito com lideranças sindicais que discutem alternativas para amenizar o impacto do reajuste do transporte coletivo na cidade.
O encontro será na sede da Agência de Regulação (Dom Aquino, 2383). “É preciso que a prefeitura faça com que as empresas façam sua parte atendendo aos usuários de maneira digna”, comentou Idelmar.
Campo Grande tem hoje 476 ônibus e 59 ficam nas empresas, de reserva.