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Executivo Terça-feira, 19 de Novembro de 2024, 08:48 - A | A

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Construção

Eduardo Riedel e Simone Tebet discutem expansão da Rota Bioceânica no Mato Grosso do Sul

Governador discutiu com ministra investimentos e obras federais que estão em andamento no Mato Grosso do Sul

Viviane Freitas
Capital News

Saul Schramm/Governo MS

Governador e ministra debatem avanços em obras e investimentos para Mato Grosso do Sul

Infraestrutura e desenvolvimento são os principais temas da reunião entre Ministra Simone Tebet e governador Riedel

A ministra do Orçamento e Planejamento, Simone Tebet (MDB), reuniu-se nesta segunda-feira (18) com o governador Eduardo Riedel (PSDB), no Parque do Prosa, em Campo Grande, para discutir projetos de infraestrutura em Mato Grosso do Sul em parceria com o governo federal. Um dos temas debatidos foi o acesso à ponte binacional sobre o Rio Paraguai, que conectará Carmelo Peralta, no Paraguai, a Porto Murtinho, no Brasil. A obra é fundamental para a Rota Bioceânica, que promete encurtar o trajeto entre o estado e o Oceano Pacífico.

A ponte, já em construção, tem um investimento de R$ 472,4 milhões e inclui um trecho de 13 km de pavimentação até a BR-267, além de obras complementares, como a construção de um centro aduaneiro e terraplanagem. Segundo o Ministério de Obras Públicas e Comunicações (MOPC) do Paraguai, a conclusão da ponte foi adiada para março de 2026, devido ao avanço de 62% na execução. Antes, a entrega estava prevista para o final de 2025.

No encontro, também foram discutidos outros projetos de infraestrutura, como o contorno rodoviário de Três Lagoas e a restauração de rodovias federais no estado. A ministra destacou a concessão da BR-262 e da BR-267, que serão leiloadas no próximo dia 6 de dezembro. “Concedemos as duas rodovias ao Estado para que elas sejam levadas ao leilão, que tenho certeza que será exitoso. Além disso, discutimos investimentos importantes em saúde e educação, por meio das obras do PAC”, afirmou Simone.

Outro tema abordado foi o acordo histórico em Antônio João, que encerrou um conflito de mais de 25 anos entre proprietários rurais e lideranças indígenas. “Já foi feito o primeiro pagamento das benfeitorias, e o restante segue em precatórios para 2026. Foi aberto um precedente positivo, que traz paz no campo e atende aos dois lados”, ressaltou a ministra.

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