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Quando continua mesmo depois do fim

Por Vivianne Nunes

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Quando a saúde mental dos envolvidos vale mais

Ninguém se casa pensando em separação, isso é fato! No entanto, não somos capazes de prever a imensidão de situações que podem levar um relacionamento ao fim e tudo bem, porque o papo de hoje não é sobre isso. É sobre o depois do fim, bem depois, principalmente falando dos frutos dessa relação que não deu certo. Ou, que deu até onde deveria ter dado, vamos colocar dessa forma e baixar a música dramática que você puxou de trilha sonora até essa parte da reflexão.

Isso é muito mais do que falar do fim, é sobre como se comportar diante do fato de que os filhos não precisam vivenciar uma situação pior do que o rompimento dos pais.

É possível viver em paz, mesmo quando o outro lado já construiu um novo núcleo familiar. Ou quando o lado de cá tiver feito essa construção também. Para tanto, basta que ambos estejam de acordo.

Haverá momentos em que essas duas, três ou quatro famílias, terão de conviver, pelo bem da saúde mental de todos. Estou falando de momentos em que os filhos querem o pai e a mãe ao lado para celebrar por exemplo, uma festa de aniversário, um casamento ou mesmo o batizado de um dos netos e, por que não, um natal?

Em determinada situação, a atual sogra conheceu a ex- sogra em uma festa de aniversário. O atual marido, assou o churrasco e tomou cerveja com o ex marido dela. As ex esposas dividiram problemáticas domésticas enquanto os filhos de ambos, irmãos de sangue ou irmãos emprestados, brincavam no quintal. E tudo bem! É saudável para todos que consigam viver com harmonia e respeito pela história do outro e de todos os envolvidos.

Parece loucura para você? Pois saiba que perdoar é dar-se uma nova chance, é pensar no conjunto todo. Não importa a situação que os levou ao fim, não importa o que já passou, o que importa é a maneira que devemos conduzir daqui por diante.

Que memórias quero deixar para os meus filhos e netos? Que sentimentos devo cultivar em mim? De que forma quero levar a vida? Como posso preservar a saúde mental das crianças? Você já pensou nisso?

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