As supostas ameaças de ataques nas escolas de Mato Grosso do Sul, desencadearam um pânico em toda a sociedade, inclusive em pais de crianças e adolescentes. Isso deu mais visibilidade, após os ataques em Santa Catarina e São Paulo, ambos em um período de pouco mais de uma semana.
A reportagem do Capital News, conversou com uma psicóloga em técnica comportamental para entender como os pais devem agir nesse momento.
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“É necessário monitorar o acesso a televisão e redes sociais e evitar falar sobre o tema com outros adultos na frente da criança. Caso a criança entre em contato com o assunto deve ser observado o que a criança sabe, de onde surgiu a informação e responder apenas o que foi perguntado, evitando assim excesso de informações desnecessárias. Explicar que o acontecimento foi pontual para não dar a impressão de que pode acontecer novamente e dizer que os adultos estão cuidando de tudo” explicou a psicóloga Jaqueline da Silva Alves.
Em casos de filhos na fase de adolescência é necessário pensar em outros contextos. “É de extrema importância a supervisão das redes sociais sites que navegam mesmo que eles já tenham uma independência tecnológica. A adolescência é uma fase do desenvolvimento muito intensa, tanto no quesito mental quanto emocional, algumas sensações, ideias e pensamentos estão confusos o que é esperado dentro da faz. Geralmente, quando em contato com informações de violência eles ficam impressionados o que movimenta para buscar mais informações sobre a pessoa que praticou a barbárie, dar suporte e acolhimento ajuda na compreensão desses assuntos de forma que desfoca da violência e foca a empatia e cuidado” alertou Jaqueline.
Diante dos últimos acontecimentos é necessário os pais e educadores se unir. “Dar atenção na forma de acolhimento, transmitir calma, pensamentos positivos, cuidado socioemocionais e fiabilidade serão nossas defesas contra a violência espalhando sobre nossa sociedade a cultura da paz e do cuidado com o próximo", frisou a psicóloga.