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Fifa cria fundo para pagar jogadores de futebol desempregados

Por Horácio Oliveira

Da coluna Futebol
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O financiamento vai até 2022, e a entidade também quer criar um comitê de monitoramento com o sindicato mundial dos atletas

Kobby Mendez

ColunaFutebol

A realidade de salários atrasados no mundo do futebol não é uma exclusividade do Brasil. Por isso, a Fifa está de olho em atletas que estejam passando por essa situação. A entidade decidiu disponibilizar um fundo de 14,6 milhões de euros, quase R$ 70 milhões, a partir de julho, para apoiar os jogadores que estejam desempregados ou com salários atrasados

A criação desse fundo, financiado exclusivamente pela Fifa, ocorre após um acordo entre a própria federação internacional e a Fifpro, o sindicato mundial dos jogadores. Vários relatórios recentes, incluindo um da Fifpro, “comprovam o aumento de casos de salários não pagos em todo o mundo”, explica a Fifa no comunicado.

Vale lembrar que, há alguns anos, a mesma Fifpro encabeçou a reivindicação de jogadores que queriam a liberação da maconha para uso e que a planta deixasse de constar em exames de doping. Sites, como o https://www.weednews.co/, estão trazendo novidas sobre produtos à base de canabidiol, um extrato da erva capaz de ajudar no tratamento de diversas doenças, como epilepsia e desconfortos musculares.

O fundo oferecerá uma "rede de segurança" para os atletas, disse a Fifa em um comunicado. O presidente da entidade, Gianni Infantino, destacou que o órgão governamental queria mostrar seu "compromisso em ajudar os jogadores em uma situação difícil".

“Este acordo e nosso compromisso em ajudar os jogadores em dificuldade mostram como concebemos nosso papel como instância regente do futebol mundial. Estamos aqui também para ajudar aqueles que precisam”, disse Gianni Infantino, presidente da Fifa, citado no comunicado.

“Nos últimos cinco anos, mais de 50 clubes em 20 países fizeram centenas de jogadores passarem por períodos difíceis e repletos de incertezas”, acrescentou Philippe Piat, presidente da Fifpro.

A criação desse fundo fazia parte das negociações sobre a reforma dos mecanismos de transferência de jogadores e constitui uma antiga reivindicação da Fifpro.

A Fifa orçou US$ 3 milhões (R$ 13 milhões) para o segundo semestre deste ano e US$ 4 milhões (R$ 17 milhões) para 2021 e 2022, cada. Há também US$ 5 milhões (R$ 22 milhões) disponíveis para casos de salários não pagos de julho de 2015 a junho de 2020

 

 



 


 

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