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Críticas e ofensas entre Bernal e vereadores continuam em 2016 na Casa de Leis

Ano termina com parlamentar envolvida em contratações irregulares

Samira Ayub
Especial para o Capital News

Deurico/Arquivo Capital News

Câmara Municipal de Campo Grande, CMCG

Câmara Municipal de Campo Grande

retro2016

O relacionamento entre o prefeito Alcides Bernal (PP) e os vereadores da Capital continuou difícil em 2016. Em março, Alex do PT, ex-líder do chefe do Executivo Municipal, fez engrossar as críticas a Bernal, ao afirmar que prefeito deveria parar de chorar e trabalhar mais. No ano que passou a Câmara, foi mais uma vez, palco de escândalos em que, lamentavelmente, vereador não perdoou nem a mãe de Bernal.

 

Na semana em que se comemora o Dia das Mães, o vereador Roberto Durães (PSC) pediu um aparte durante uma fala de Chiquinho Telles (PSD) que apresentava na tribuna da Casa de Leis um projeto de lei sobre sinalização de trânsito. Durães, entretanto, rebateu uma acusação de Bernal que teria dito que a Câmara era uma “corja”, mas, o recado foi indigesto e de mau gosto. “Quero dar um recado para o prefeito: eu conheço muito a senhora mãe dele, viu? Isso aqui [Câmara] é uma corja? Fala para a mãe dele quem sou e a mãe dele vai dizer, ainda mais no silêncio dos edredons”, afirmou o vereador, ao referir-se a uma senhora de 87 anos. A punição veio meses depois, em outubro, quando vereadores da Comissão Permanente de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara Municipal aprovaram, por unanimidade, com censura verbal escrito. Durães assumiu o cargo após a cassação de Thaís Helena (PT).

 

Em junho, vereadores questionaram a procedência de uniformes adquiridos pela prefeitura e distribuídos na Rede Municipal de Ensino (REME), com fabricação no país vizinho, o Paraguai. Paulo Siufi (PMDB) chegou a apresentar pedido de afastamento preventivo de Bernal do cargo. 

CapitalTV

 

O ano terminou com mais um escândalo envolvendo vereadores da Capital. Durante a Operação Uratau, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), a vereadora Magali Picarelli (PSDB) foi conduzida coercitivamente para prestar depoimentos sobre contratações irregulares por meio dos convênios da Omep e Seleta. 

 

Confira as principais matérias no link abaixo:

 

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