A mãe da menina de apenas 2 anos que deu entrada na UPA (Unidade de Pronto Atendimento Comunitário) do Coronel Antonino já sem vida, ficou tranquila quando recebeu a notícia da morte da criança e só apresentou nervosismo quando foi informada que a polícia seria acionada.
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O padrasto foi localizado na residência do casal, no bairro Vila Nasser. Segundo as informações da Polícia Civil S.J.S., de 24 anos e o padrasto da vítima, C.C.L., de 25 anos, afirmaram no interrogatório que a criança chegou com vida na UPA. Em relação às agressões, informaram que agrediram a menina, por volta de uns três dias atrás, com tapas nas costas. O casal já tinham, inclusive, combinado a história que iriam falar a respeito dos hematomas da criança.
As médicas que atenderam a vítima disseram que a menina teria falecido há aproximadamente quatro horas e que o ânus da vítima estava maior do que o normal e estava expelindo algum tipo de secreção. Segundo consta no prontuário médico, a vítima já deu quase trinta entradas no hospital, uma delas por ter fraturado a tíbia.
Ainda durante o interrogatório a mãe da vítima informou que o padrasto desferiu tapas e socos quando agredia a menina e que ela já estava desconfiando dos abusos sexuais.
A criança tinha uma longa ficha médica com mais de 30 atendimentos. O pai da vítima já havia registrado dois boletins contra a mãe da menina por maus-tratos. O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Centro como homicídio qualificado por motivo fútil e estupro de vulnerável e será investigado pela Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca).