A defesa do empresário Jamil Name e do seu filho Jamil Name Filho, entrou com um pedido de habeas corpus no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), na noite de sexta-feira (27). Os pedidos serão analisados pelo desembargador de plantão, Sideni Soncini Pimentel.
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Conforme as investigações da operação Ometá, os dois são apontados como os verdadeiros donos do arsenal apreendido no dia 19 de maio com o guarda municipal, Marcelo Rios, conforme a decisão do juiz Marcelo Ivo de Oliveira, da 7ª Vara Criminal de Competência Especial. Pai e filho são defendidos pelos advogados André Borges e Renê Siufi. A equipe de reportagem do Capital News, tentou entrar em contato com os advogados, mas não teve resposta até o fechamento da matéria.
Operação
A operação foi deflagrada para cumprimento de 13 mandados de prisão preventiva, dez de prisão temporária e 21 mandados e de busca e apreensão, todos em Campo Grande. O foco é uma organização criminosa atuante na prática dos crimes de homicídio, milícia armada, corrupção ativa e passiva, dentre outros.

