Empresário Jamil Name e pelo filho dele Jamil Name Filho, preso na Operação Omertá, do Gaeco, que investiga a existência de milícia armada, estariam planejando um atentado contra o delegado Fábio Peró, do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Garras), conforme o documento protocolado pelo Gaeco no Tribunal de Justiça, no qual reitera a necessidade de manter os alvos da operação presos.
“O Gaeco recebeu uma informação de outra Agência de Inteligência, no sentido de que os presos da Operação Omertà custodiados no Centro de Triagem 2 estariam articulando um possível atentado contra a vida do Delegado titular do GARRAS, Fábio Peró Correa Paes”, alertam os promotores Tiago Di Giulio Freire, Thalys Franklyn de Souza, Gerson Eduardo de Araújo e Cristiane Mourão Leal Santos.
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Segundo informações policiais durante a sua prisão Jamil Name, teria, inclusive, proferido impropérios contra os desembargadores. No sábado, o desembargador Sideni Soncini Pimentel se declarou suspeito para não julgar o pedido de liberdade, já na segunda-feira (02) ele teve a prisão preventiva mantida e foi encaminhado para o Centro de Triagem Anísio Lima, no Jardim Noroeste, em Campo Grande.
Além deles, outras 17 pessoas também estão presas suspeitas de ligação com a milícia. Também estão no Centro de Triagem Vladenilson Daniel Omedo, Márcio Cavalcanti da Silva, Eltom Pedro de Almeida e Alcinei Arantes da Silva, também presos na operação. Eles são investigados pela morte do universitário Matheus Coutinho Xavier, do ex-chefe da segurança da Assembleia Legislativa, sargento Ilson Martins Figueiredo, de Marcel Costa Hernandes Colombo e de Orlando da Silva Fernandes.
O grupo de extermínio começou a ser desarticulado com a prisão do guarda municipal Marcelo Rios com um arsenal de armas de grosso calibre, inclusive com fuzis de guerra. Ele foi transferido para o Presídio Federal de Mossoró (RN).

