Preso durante a operação Omertà em 2019, o empresário Jamil Name, 81 anos, teve mais um pedido de Habeas Corpus negado, desta vez pela primeira turma do Supremo Tribunal Federal (STF). Jamil continua preso na Penitenciária Federal de Mossoró (RN).
A defesa de Name pediu a transferência para Campo Grande e posteriormente a prisão domiciliar, devido a pandemia do Covid-19, porém o pedido foi negado pela maioria dos votos. Name é acusado de chefiar uma organização criminosa de matadores em Mato Grosso do Sul.
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Name foi preso no dia 27 de setembro de 2019, durante a deflagração da Operação Omertà. Já no dia 5 de novembro, ele foi transferido para o presídio federal de Mossoró, junto com seu filho Jamilzinho, também detido na ação.
Omertà
Operação envolvendo o arsenal apreendidos com um guarda municipal, acabou com a prisão preventiva do empresário Jamil Name e o filho dele Jamil Name Filho, nesta sexta-feira (27). Os dois foram detidos durante a Operação Omertà, que envolve o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Garras), Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) e o Batalhão de Choque da Polícia Militar.
A operação foi deflagrada para cumprimento de 13 mandados de prisão preventiva, dez de prisão temporária e 21 mandados e de busca e apreensão, todos em Campo Grande. O foco é uma organização criminosa atuante na prática dos crimes de homicídio, milícia armada, corrupção ativa e passiva, dentre outros.

