Deputado estadual Jamilson Name teve o aval do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) para manter contato com sua madrasta, a ex-vereadora Tereza Name e seu assessor de gabinete,Eronivaldo da Silva Vasconcelos Júnior. Name está proibido de falar com cerca de 100 pessoas, pois está sendo investigado integrar uma organização criminosa no Estado.
Em entrevista ao Capital News, o advogado de Name, Gustavo Passarelli, relatou que “o pedido foi feito por questões de humanidade em relação à Sra. Tereza e com relação ao assessor a questão é de ordem prática, dada a necessidade de exercício do mandato”.
Na segunda-feira (18), o juiz Roberto Ferreira Junior, da 1ª Vara Criminal, rejeitou o pedido de prisão para o deputado estadual, mas entendeu que medidas cautelares devem ser aplicadas. A Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) deverá definir sobre o uso de tornozeleira para o parlamentar. Segundo a decisão, a palavra final será dada pelos colegas do deputado Jamil Name na Casa de Leis, réu em ação derivada da operação Omertà.
- Saiba mais
- Juiz revoga prisão de Jamil Name por porte de arma
- Gaeco denuncia Conselheiro do Tribunal de Contas
- Caso “Playboy da Mansão”: Jamilzinho e Marcelo Rios são condenados a 15 anos em regime fechado
- Investigação sobre arsenal tem Jamil Name e filho presos
- Alvo de operação conselheiro do TCE é liberado
- Fahd Jamil tem direito a prisão domiciliar sob fiança de R$ 990 mil
- Jamilson Name é intimado a prestar contas de patrimônio de R$ 1 bilhão
- “Ninguém está acima da lei”, afirma Azambuja
- Policiais presos na Omertà podem parar na Gameleira
- Jamilzinho volta a Campo Grande para o 1º júri presencial
- Condenação de Jamilzinho por coação de empresário é mantida pelo TJ
- Retorno de Jamil Name para Mato Grosso do Sul é negado pelo STJ
- Em carta Fahd Jamil diz que está idoso e sustentado pelos filhos
- TJMS mantém condenação de réu da Operação Omertà e eleva pena para 15 anos
- Defesa pede liberdade da família Name
- Delegado é preso em desdobramento da Omertà
- Juiz decide manter Jamilzinho e Rios presos
- Pedido de habeas corpus é negado aos Name
- Bens do Pantanal Cap giravam em torno de R$ 18,2 milhões
- Justiça nega prisão domiciliar de Jamil Name
- Assembleia vota contra medidas cautelares ao deputado Jamilson Name
- Playboy da Mansão: Jamil Name e Marcelo Rios participam de julgamento por videoconferência
- Guarda Municipal preso com arsenal é transferido
- Jamil Name tem mais um habeas corpus negado
- Preso por extorsão, Coronel Ivan obtém liberdade com tornozeleira eletrônica
- Justiça manda Jamilzinho devolver R$ 1,7 milhão a casal extorquido
- Policiais civis presos em operação Ometá são afastados dos cargos
- Delegado preso na Omertá ganha liberdade
- Gaeco pede que delegado alvo da Omertà perca o cargo
- Justiça indicia grupo de milícia por homicídio de jovem
- Assembleia aprova decisão que deputado só poderá ser julgado no fim do mandato
- Irmãos Name brigam na justiça por herança do pai
- Advogado de Jamil Name afirma que seu cliente está preso sem saber o porquê
- Anotações em papel higiênico foi estopim para operação
- Covid-19: Morre o empresário Jamil Name em Mossoró
- Delegado é dispensado de chefia e assume função de assessor na Polícia Civil
- Senador nega ter comprado liminar para liberar bens
- Quinta fase da Omertà tem na mira vereador da Capital
- Jamilzinho: peça chave da Omertà depõe nesta terça-feira
- Jamil Name, Jamilzinho e Jerson Domingos são presos pela operação Omertá
- Condenado por extorquir casal, Jamilzinho tem pena elevada
- Jamil Name e Jamilzinho são presos durante operação Omertá
- Justiça mantém Fahd Jamil preso no Garras
- TJMS mantém pena de Jamilzinho por extorsão e ligação com organização criminosa
- Jamil Name será levado para o presídio
- Conselheiro do TCE é preso durante Omertà
- Prisão domiciliar de Fahd Jamil é revogada pela justiça
- Jamilzinho foi transferido para penitenciária de Mossoró
- Jamilzinho é transferido para Mossoró
- Justiça nega retirada de tornozeleira de Jamilson Name
- Justiça endurece e pena de Jamilzinho aumenta para 10 anos
- Guarda Municipal preso com arsenal será transferido
- Omertà: Gaeco dá início a segunda fase da operação em Campo Grande
- Com covid-19, Jamil Name está intubado em hospital de Mossoró
- “Rei da Fronteira” se livra de nova obrigação imposta pela Justiça
- Titular do Garras é alvo de presos da operação Omertá
- STF nega pedido e Name continuam em Mossoró
- Juiz autoriza a retirada da tornozeleira eletrônica de Fahd Jamil
- Juíza recebe denúncia da nova fase do Gaeco contra deputados nas Operações Omertá e Succecione
- Colegiado irá conduzir processos da família Name
- Fahd Jamil se entrega à polícia em Campo Grande
- Retorno de Jamilzinho para Mato Grosso do Sul é negada
- Policiais e guardas municipais são presos na Operação Ometá
- Preso na Omertà, pagou fiança e é flagrado com arma
- Juiz libera Jamilson Name para visitar irmão em Mossoró
- Presos na Omertà são transferidos para presídio federal
- Pantanal Cap é fechado por determinação judicial
- Jamil Name é transferido para Mossoró
- Assembleia deverá definir sobre uso de tornozeleira pelo deputado Jamil Name
- Omertá: Desembargadores reforma sentença e condena Jamilzinho por obstrução
- Responsável por arsenal é GM
- Operação Omertà terá desdobramento em 2020
- Ex-deputado Coronel Ivan é preso em flagrante por extorsão
- Justiça bloqueia toda a herança de Jamilzinho em processo judicial
- Antônio João afirma que foi ameaçado de morte
- Conselheiro do TCE-MS consegue HC e sai da prisão
- Gaeco deflagra operação contra policial penal que ajudava presos em atentados
Passarelli informou que “há uma determinação judicial nesse sentido, que deve ser respeitada. A Assembleia tem a prerrogativa de deliberar sobre decisões judiciais que possam interferir negativamente no exercício do mandato. Esse foi o posicionamento do juízo e, em nosso entendimento, deve ser observado”, relata.
Jamilson é apontado como chefe de organização dedicada à exploração do jogo do bicho em Campo Grande e outros municípios. Na denúncia está o pedido de prisão, onde o Gaeco aponta que Jamilson assumiu o comando da organização após a prisão do pai, Jamil Name, e do irmão, Jamil Name Filho, que cumprem pena no presídio federal de segurança máxima de Mossoró (RN).
Pantanal Cap
Pantanal Cap foi lacrada no dia 02 de dezembro e teve a determinação judicial de bloqueio de R$ 18,2 milhões em bens. Decisão de encerramento do Pantanal Cap tem relação com a quarta fase da Omertà, chamada de Black Cat, onde foram lacradas várias barracas, pontos de venda do Pantanal Cap e algumas também de jogo do bicho.
Nesta quinta fase teve como alvo o deputado estadual Jamilson Name (sem Partido), apontado como o dono da Pantanal Cap. Na casa e no escritório dele, que funcionam no mesmo endereço do título de capitalização, foram apreendidos mais de R$ 100 mil em dinheiro.
As bancas já estavam lacradas desde o dia 23 de setembro, quando foi feita a quarta fase da Omertà, denominada “Black Cat”, e nesta semana foram retiradas de espaços públicos. O processo ocorre de forma sigilosa. Os envolvidos estão respondendo por organização criminosa, exploração do jogo do bicho e lavagem de dinheiro.
Omertá
Operação envolvendo o arsenal apreendidos com um guarda municipal, acabou com a prisão preventiva do empresário Jamil Name e o filho dele Jamil Name Filho, nesta sexta-feira (27). Os dois foram detidos durante a Operação Omertà, que envolve o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Garras), Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) e o Batalhão de Choque da Polícia Militar.
A operação foi deflagrada para cumprimento de 13 mandados de prisão preventiva, dez de prisão temporária e 21 mandados de busca e apreensão, todos em Campo Grande. O foco é uma organização criminosa atuante na prática dos crimes de homicídio, milícia armada, corrupção ativa e passiva, dentre outros.

