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Segunda-Feira, 19 de Abril de 2021, 17h:23
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Em carta Fahd Jamil diz que está idoso e sustentado pelos filhos

“Sou um homem idoso, doente e sob perseguição de criminosos”, relata empresário

Elaine Silva
Capital News

Reprodução

Fahd Jamil

Fahd Jamil

Em nota divulgado pelos seus advogados André Borges e Gustavo Badaró, Fahd Jamil Georges, 79 anos,  relatou que “minha história de vida revela permanente respeito e colaboração com as autoridades em geral, pela importância das atribuições que elas exercem”. Ele também afirmou que é “um homem idoso, doente e sob perseguição de criminosos”.


Fahd era considerado foragido e se entregou nesta segunda-feira (19) no aeroporto Santa Maria em Campo Grande. Motivo de se entregar foi por conta da saúde debilitada com diabete, enfisema pulmonar, além de caminhar com dificuldade.

Na terceira fase da operação Omertá, foram presos em Campo Grande o delegado Obara, acusado de receber R$ 100 mil em propina. Conforme a investigação o alvo era o empresário Fahd Jamil Georges,  vulgo “Fuad". Conhecido como “padrinho da fronteira”, Fahd Jamil é ligado ao empresário campo-grandense Jamil Name. Jamil responde a processos por tráfico de armas, organização criminosa, corrupção de agente da Polícia Federal e corrupção contra agente de delegado, no caso de Márcio Oshiro Obara.
 
Em relação às acusações e a sua apresentação, Jamil relatou que “pretendendo zelar pelos meus direitos nos processos em curso, tomei a decisão de me apresentar na unidade local do Garras, em mais uma atitude de consideração pelos poderes públicos em geral”.

Confira a carta de Fahd na íntegra;

"FAHD JAMIL ESCLARECE

Sou um homem idoso, doente e sob perseguição de criminosos.

Estou aposentado e vivo sustentado pelos filhos.

Não tenho antecedentes criminais (certidão negativa).

É bastante divulgado que sempre colaborei para o equilíbrio da
segurança na região da fronteira.

Minha história de vida revela permanente respeito e colaboração
com as autoridades em geral, pela importância das atribuições que
elas exercem.

Por isso tudo, pretendendo zelar pelos meus direitos nos processos
em curso, tomei a decisão de me apresentar na unidade local do
Garras, em mais uma atitude de consideração pelos poderes
públicos em geral.

Doravante meus advogados Gustavo Badaró e André Borges
falam por mim e me representam legalmente."

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