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Sexta-Feira, 14 de Setembro de 2018, 08h:11

Azambuja classifica delação da JBS como “retaliação a nova política de impostos em MS”

Uma nota foi emitida no site do governador após conceder uma entrevista a uma emissora de televisão no estado

Flávio Veras
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Divulgação/Assessoria

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Governador classificou a ação da Operação Vostok como midiática

 

O governador de Mato Grosso do Sul e candidato à reeleição Reinaldo Azambuja (PSDB) emitiu uma nota hoje sobre sobre uma entrevista concedida a TV Morena hoje (13). De acordo com a publicação, o governador alega ter tido oportunidade de esclarecer as denúncias feitas por delatores da holding J&F, que controla a JBS e as classificou como “uma retaliação à nova política de cobrança de impostos no estado”.

 

O documento ainda classificou a Operação Vostok como midiática.“É momento de restabelecer a verdade para a população. Esse grupo [JBS] roubou o Brasil, desviaram recursos em muitos estados brasileiros e fizeram uma delação, que foi inclusive homologada pelo Ministério Público Federal (PF), e foi questionada pelo próprio órgão pedindo a anulação. Esse pessoal [JBS] era mal acostumado aqui no estado. Eles tinham benefícios fiscais e pagavam poucos tributos. E nós enquadramos ele como enquadramos todas as cadeias produtivas”, disse o governador.

 

 

e complementou dizendo “nós igualamos os benefícios fiscais do grupo JBS, da holding H&F, [com os de outros frigoríficos] e posso dizer, com muita tranquilidade: eles saíram de R$ 41 milhões/ano, que pagavam até 2014, e no último ano, em 2017, pagaram R$ 199 milhõe de tributos”, afirmou.

 

O governador ainda declaro que a partir desse ponto a JBS deu início a uma campanha suja e mesquinha contra o Governo. “Nós tivemos ali momentos extremamente tensos: ameaçaram fechar plantas, fecharam em Coxim, fecharam em Iguatemi, colocaram funcionários ali na Assembleia Legislativa quando o Estado pressionou a mudança dos incentivos fiscais, e nós enquadramos eles para pagar mais impostos”, explicou.

 

A nota ainda afirmou que na quarta-feira (12), Reinaldo pode prestar depoimento na Polícia Federal. Ele respondeu a 34 perguntas. “Eu queria falar, nunca tinham me dado a oportunidade”, contou.


Fonte: CapitalNews

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